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Mondragon defende o pênalti e garante o empate para o River (Foto - Folha de Pernambuco). |
Em jogo que marcou a estreia das duas equipes na Copa do Nordeste, Náutico e River empataram na noite desta quinta-feira (23), no Estádio dos Aflitos, em Recife, com o time pernambucano perdendo uma penalidade máxima nos acréscimos do segundo tempo.
O campeão piauiense abriu a contagem nos primeiros minutos do jogo, com Eduardo recebendo livre e chutando duas vezes para vencer a perícia do goleiro Jefferson. Poucos minutos depois, ele recebeu uma forte entrada do zagueiro Ronaldo Alves e deixou o gramado contundido.
Ainda no primeiro tempo, o Náutico igualou as ações através de Matheus Carvalhoi, aos 38 minutos, placar que perdurou por todo o segundo tempo, garantindo o primeiro ponto das duas equipes na competição.
Para o Náutico, porém, com sabor de derrota. Aos 48 minutos do segundo tempo, o gol da vitória esteve nos pés de Salatiel, em cobrança de pênalti. Mas Mondragon praticou a defesa, garantindo a igualdade no marcador.
FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 1x1 RIVER (Copa do Nordeste – 1ª fase – 1ª rodada); Data: 23/01/2020 (quinta-feira à noite); Local: Estádio dos Aflitos (Recife – PE); Arbitragem: Rafael Carlos Salgueiro Lima, auxiliado por Esdras Mariano de Lima Albuquerque e Brigida Cirilo Ferreira (todos de Alagoas).
Renda: R$ 74.739,00 com 5.333 pagantes (915 não pagantes).
Público total: 6.248 torcedores.
Gols: Eduardo 2 e Matheus Carvalho 38 do 1° tempo.
Cartões amarelos: Kieza, Rhaldney, Ronaldo Alves (NAU), Lucas Brasil, Bismarck, Mondragon e Matheus Mullere (RIV).
Obs.: Salatiel perdeu um pênalti, aos 48 do 2°, chutando paa Mondragon defender.
Náutico – Jefferson; Bryan, Ronaldo Alves, Lombarddi e William Simões; Josa (Luanderson), Rhaldney (Waguinho) e Jean Carlos; Matheus Carvalho, Álvaro (Kieza) e Salatiel. Técnico: Gilmar dal Pozzo.
River – Mondragon; Carlos Henrique, Cris, Wagner Silva e Matheus Muller; Emerson (Felipe Barros), Valdo Bacabal, Gustavo Henrique e Bismarck; Eduardo (Érico Júnior) e Lucas Brasil (João Paulo). Técnico: Márcio de Azevedo (Márcio Goiano).
Foi aí que o River começou a sua trajetória de golfinho do campeonato. Fez uma graça lá em cima mais pra frente e o até então treinador tinha culpado a sua equipe de reservas da decepcionante virada no amistoso interestadual. Hoje se pergunta: por que não demitiram antes? O pênalti batido no último minuto mereceu a intitulação de nojo do ano.
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