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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Torcedor colorado preserva a história do 4 de Julho

Nos estádios, ele é um torcedor como qualquer outro. Na labuta do trabalho diário, um comerciante do ramo de carne bovina no Mercado Público de Piripiri. Em casa, um implacável memorialista, anotando todos os jogos do 4 de Julho e os artilheiros colorados desde a fundação da equipe, em 1988. Este é o perfil de Simplício Neto (foto), que acompanha, a cada jogo, a caminhada de Pretinho rumo ao 100° gol.

Branco, como Simplício também é conhecido, já tem cerca de 10 cadernos com todos os jogos do time colorado. Mesmo quando residiu em Teresina, não perdia o contato com dirigentes, jogadores ou jornalistas, a fim de não desperdiçar qualquer jogo disputado pelo 4 de Julho. É bem verdade que alguns ele gostaria de não ter anotado.

"Aquela final contra o Flamengo, em 1988, quando o Etevaldo fez um gol de mão. A vontade que eu tive foi de não anotar aquele jogo. A mesma coisa aconteceu com aquela goleada que sofremos em Parnaíba, por 6 a 0. Mas o lado de historiador fala mais alto e tudo está registrado", afirma.

Acompanhando o 4 de Julho desde seu início, o torcedor-historiador não titubeia quando perguntado sobre qual o melhor time que viu jogar pelo 4 de Julho: "Foi aquele do Ademir Patrício e Jorge Veras. Ali era uma seleção. Não teve outro igual". Sobre os grandes ídolos, cita o próprio Ademir Patrício e o atacante Pretinho.

O sonho de Simplício é ver essa história transformada num livro sobre o 4 de Julho. Já foi procurado algumas vezes, mas não houve prosseguimento no projeto. Seu trabalho já mereceu homenagem como um dos torcedores que fazem parte da história do clube. História que ele pretende continuar registrando a cada jogo disputado.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A história de um grande clássico

Já se passam 29 anos do meu primeiro artigo sobre a história do clássico Rivengo, publicado na página de esportes do Jornal O Dia, em setembro de 1983. Naquela oportunidade, vivia-se a expectativa do 100° Rivengo de Campeonato Piauiense. Os anos passaram-se rapidamente e de lá para cá perdi a conta de quantas vezes escrevi e falei sobre este grande jogo.

Uma história que virou livro - RIVENGO, O CLÁSSICO DO SÉCULO - cujos últimos exemplares você ainda póde encontrar na Banca do Tomaz (Pç. João Luis Ferreira, no cruzamento das ruas Coelho Rodrigues com Davi (sem o d, por favor) Caldas. Mas vale a pena fazer este registro da matéria de 29 anos atrás, cujo recorte faz parte do meu arquivo pessoal.


domingo, 27 de maio de 2012

Artur Braz: história de títulos, recorde, pioneirismo...

Aos 74 anos, Braz ainda lembra de tudo que fez no futebol (Fotos: Acervo Severino Filho)
Durante muitos anos, o nome de Artur Braz foi mencionado nos noticiários esportivos da imprensa piauiense. Como jogador, apenas o lateral Braz; como árbitro, Artur Braz. Um nome pequeno, apenas duas palavras, mas que construu uma grande história dentro do futebol piauiense. Aos 74 anos de idade, morando no mesmo cantinho de tantos anos - à Rua Heráclito de Sousa -, ele lembra de tudo que aconteceu ao seu redor. Desde os tempos de Quincas Braz, jogador do antigo Botafogo, seu pai.

Isso mesmo. Artur Braz - é este o seu nome completo - nascido em Teresina, em 30 de novembro de 1937, é filho de um dos jogadores do futebol piauiense em seus áureos tempos do amadorismo. Quincas Braz foi pentacampeão piauiense com o Botafogo, pela Liga Piauiense, em Teresina, nos anos de 1934/35/36/37 e 38.

Seguindo os passos do pai, Braz jogou no Cruzeiro, Botafogo e Flamengo. E foi duas vezes campeão piauiense. Em 1957, pelo Botafogo, na última conquista do time alvinegro, e em 1964, no Flamengo, quando o time rubro-negro conquistou seu primeiro título profissional. Em 63, foi campeão maranhense pelo Maranhão. Mas, voltando ao Flamengo, no retorno para o bi, em 65, uma contusão impediu que ele continuasse jogando. Incentivado por Carlos Said, que disse-lhe "faz o curso de árbitro, você será um grande árbitro", Braz continuou no gramado, mas agora com a autoridade de árbitro.

"O grande impulso da minha carreira" - recorda Braz - "aconteceu quando da célebre briga com o Tassu. O Manguito, goleiro do River, pegou um pênalti num Rivengo. O Tassu correu para abraça-lo, e o Manguito foi saindo daquela euforia. Por trás, o Tassu agarrou-lhe e terminu pegando na bola, que estava em jogo, com as duas mãos. Eu marquei novo pênalti e a confusão começou". O acerto na marcação do novo pênalti deu a Braz a personalidade que um jovem árbitro precisa no início de sua carreira. Daí em diante, a profecia de Carlos Said se confirmou.

Considerado o melhor árbitro do futebol piauiense por muitos anos, Braz terminou se constituindo no árbitro que mais dirigiu o principal clássico do Estado (River x Flamengo), ao apitar 45 confrontos, quase o dobro do segundo colocado, Antônio Pereira dos Santos. Braz também foi um dos árbitros que mais apitou no Campeonato Piauiense, com 285 atuações entre 1965 e 1985. A propósito, ele detém um recorde que dificilmente será igualado: é o árbitro que mais dirigiu jogos em um único campeonato piauiense - 39 partidas no certame de 1983.

Entre as grandes alegrias da sua carreira, faz questão de ressaltar os jogos de Campeonato Brasileiro, principalmente fora de Teresina. "Apitei jogo em Aracaju, Recife, São Luis, Belém, isso foi muito importante". Com tanto tempo dentro dos gramados, quem seria o melhor jogador que ele viu. "Matintim. Era um grande jogador". 

E o árbitro que lhe serviu de inspiração? "Aqui não tinha bons árbitros. Muito bons eram aqueles que vinham apitar aqui e eram de outras centros mais adiantados, como Sebastião Rufino, de Pernambuco". Sobre um jogador que era complicado dentro do campo, que dava trabalho para o árbitro, ele citou dois exemplos: "Bitonho e Paulo Cesar Vilarinho. Dois jogadores que complicavam qualquer jogo".

Braz, Sansão (da Federação Carioca) e Gustavo Adolfo Maia.
Mas uma frase foi creditada a ele durante seus 20 anos de arbitragem - "time do interior não tem vez". Quando perguntado sobre o tema, Braz responde sem hesitação: "Eu nunca disse isso. Essa história começou quando eu expulsei de campo o zagueiro Valdivino, do Ferroviário de Floriano. Na saída do jogo, ele foi perguntado pelo Garrincha o que tinha feito e respondeu que eu o expulsei dizendo a ele que time do interior não tinha vez. A história pegou sem eu nunca ter dito isso".

Aposentado como 1° sargento da Polícia Militar, durante 33 anos exerceu a função de serralheiro dentro da PM. "Apesar desta atividade, continuo enxergando muito bem". Andando lentamente, em face de um problema muscular, ele faz um pedido "manda um abraço prá mim, se não vão pensar que eu morri". Pedido desnecessário. Quem entra para a história, sempre continuará bem vivo.

ALGUS JOGOS MARCANTES

15/11/1964 - Flamengo 3x0 Comercial - Último jogo oficial como atleta profissional.

21/04/1965 - River 3x1 Flamengo - Torneio Marinho Rodrigues - 1° Rivengo que apitou.

27/06/1965 - Flamengo 4x1 Ferroviário de Floriano - 1° jogo que apitou de Campeonato Piauiense.

20/03/1966 - River 1x2 Flamengo - Taça Afrânio Nunes - Célebre jogo da briga com o jogador Tassu, do River.

25/11/1973 - Moto Clube 0x0 Paysandu - Primeira arbitragem de um piauiense na Série A do Campeonato Brasileiro.

08/12/1982 - River 1x3 Tiradentes - Último jogo decisivo de Campeonato Piauiense que dirigiu.

23/10/1985 - Tiradentes 2x1 River - Último jogo oficial dirigido por Artur Braz.

Nascimento puxa o contra-ataque para o River. Braz acompanha a jogada. Foi assim por 20 anos.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O Flamengo no Piauiense de 1960

Maçarico, Zé Preto, Cristóvão, Bitonho e Bena. Dessa linha, só Cristóvão não atuou no Campeonato de 1960.
1º turno
1ª rodada
17/09/1960
FLAMENGO 4x1 FLUMINENSE

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Abdala Jorge Cury.
Renda: Cr$ 2.850,00
Gols: Valdinar 25 e 30 e Pererequinha 40 do 1º tempo; Carlito 22 e Valdinar 35 do 2º.
Obs.: Genaro deixou o campo, aos 20 do 1º, seriamente contundido, tendo que ser levado ao Hospital Getúlio Vargas para ser atendido.
Flamengo – Mansa; Priguilim e Zé Carneiro; Paivinha, Joel e Agripino; Carlito, Maçarico, Valdinar, William e Bitonho.
Fluminense – Wilson; Genaro e Dinoca; Vasconcelos, Victor e Teixeira; Pererequinha, Sertão, Canhoto, Eládio e Osmir.

3ª rodada
02/10/1960
FLAMENGO 11x0 SANTA CRUZ

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Valdimir Soares da Silva.
Renda: Cr$ 3.180,00
Gols: Valdinar 18 e 21 e Maçarico 42 do 1º tempo; Valdinar 5 e 9, Raimundinho 11, Valdinar 17, 20, 25 e 40 e Maçarico 41 do 2º.
Flamengo – Mansa; Colega e Raimundo; Paivinha, Joel e Agripino; Maçarico, Raimundinho, Valdinar, Perereca e Bena.
Santa Cruz – Castilho; Guilherme e Zé de Deus; Serra, Chico e Expedito; Carlito, Parnaibano (Raimundo), Astolfo, Dió e Antonio José.

7ª rodada
29/10/1960
FLAMENGO 8x1 ARTÍSTICO

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Valdimir Soares da Silva.
Renda: Cr$ 2.340,00
Gols: Lambau 4, Valdinar 24 e 26 e Raimundinho 31 e 43 do 1º tempo; Ferdinand 11, Valdinar 28, Raimundinho 32 e Valter 37 do 2º.
Obs.: Valdinar perdeu um pênalti, aos 16 do 1º tempo.
Flamengo – Mansa; Colega e Zé Carneiro; Valter, Paivinha (William) e Agripino; Maçarico, Raimundinho, Valdinar, Bitonho e Lambau.
Artístico – Bibi; Joaquim e Dragão; Luis, Antonio José (Sibiata) e Tibério; Garrincha, Lírio, Ferdinand, Zequinha e Francisco.

9ª rodada
13/11/1960
FLAMENGO 2x2 AUTO ESPORTE

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Abdala Jorge Cury.
Renda: Cr$ 23.860,00
Gols: Raimundinho 13 do 1º tempo; Valdinar 14, Das Chagas 18 e Xavier 37 do 2º.
Obs.: Zé Carneiro perdeu um pênalti aos 22 do 1º tempo.
Flamengo – Mansa; Colega e Zé Carneiro; Valter, Joel e Agripino; Maçarico, Raimundinho, Valdinar, Perereca e Bitonho.
Auto Esporte - Manoel; Bena e Delmiro; Vasconcelos, Gato e Pinga; Capote, Jurandir, Xavier, Das Chagas e Bicudo (Lacrau).

10ª rodada
19/11/1960
FLAMENGO 1x2 PIAUÍ

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Valdimir Soares da Silva.
Renda: Cr$ 13.380,00
Gols: Maçarico (pênalti) 16 do 1º tempo; Mansa (contra) 8 e Valmir 11 do 2º.
Flamengo – Mansa; Colega e Zé Carneiro; Valter, Joel e Agripino; Maçarico, Raimundinho, Valdinar, Lídio e Bitonho.
Piauí – Carlos; Santana e Piqui; Carneirinho, Filomeno e Manoel; Mamede, Écio, Rudinha, Gonzaga e Valmir.
Maçarico, hoje com 71 anos, foi quem mais jogou.

13ª rodada
10/12/1960
FLAMENGO 3x1 COMERCIAL

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Abdala Jorge Cury.
Renda: Cr$ 12.680,00
Gols: João Catita 42 do 1º tempo; Maçarico 23, Bitonho 30 e Lídio 39 do 2º.
Flamengo – Mansa; Colega (Raimundinho) e Zé Carneiro; Priguilim, Joel e Agripino; Maçarico, Lídio, Zé Preto, Bitonho e Alemãozinho.
Comercial – Angelo; Chico Catita e Manuca; Miguel Brito, Sérvulo e Chiquito; Bodinho, Edy, Zé Arlindo, João Catita e Cabrinha.

16ª rodada
01/01/1961
FLAMENGO 2x2 BOTAFOGO

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Abdala Jorge Cury.
Renda: Cr$ 20.900,00
Gols: Valdinar 7 e Waldeck 37 e 38 do 1º tempo; Maçarico 30 do 2º.
Obs.: Por ocasião do segundo gol do Botafogo haviam 12 jogadores deste clube dentro do gramado.
Flamengo – Mansa; Priguilim e Zé Carneiro; Maçarico, Joel e Agripino; Raimundinho (Lídio), Zé Preto, Valdinar, Bitonho e Alemãozinho.
Botafogo – Walmir; Batista e Deolindo; Jeová, Drumond e Braz; Washington (Joaquim), Waldeck, Enaldo, Giri e Carambela.

18ª rodada
22/01/1961
FLAMENGO 2x1 RIO NEGRO

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Abdala Jorge Cury.
Renda: Cr$ 7.720,00.
Gols: Valdinar 9 do 1º tempo; Valdinar 12 e Moura Fé 18 do 2º.
Expulsão: Maçarico, aos 43 do 2º.
Flamengo – Antonio João; Priguilim (Colega) e Zé Carneiro; Maçarico, Joel e Agripino; Valdinar, Zé Preto, Bitonho, Lídio e Alemãozinho.
Rio Negro – Afonso; Zé Uico e Minarrã; Fausto, Leleu e Tabuada; Pereira, Moura Fé, Ditoso, Paulo e Vilarinho (Paraíba).

20ª rodada
05/02/1961
FLAMENGO 1x0 RIVER

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Dagmar de Farias Bangoim.
Renda: Cr$ 52.820,00
Gol: Lídio 22 do 1º tempo.
Flamengo – Mansa; Raimundo (Priguilim) e Zé Carneiro; Zé Preto, Joel e Agripino; Maçarico, Lídio, Valdinar, Bitonho e Alemãozinho.
River – Caxambu; Astolfo e Marcos; Ventura, Murilão e Quincas; Sadica, Diderot, Deusinho, Murilinho e Tassu.

Turno Final
2ª rodada
25/02/1961

AUTO ESPORTE 0x0 FLAMENGO
Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Valdimir Soares da Silva.
Renda: Cr$ 23.570,00.
Obs.: O árbitro deixou de marcar um pênalti claro em favor do Flamengo, aos 32 do 2º, quando Bena tocou na bola com a mão dentro da área.
Auto Esporte – Manoel; Bena e Gondinho; Delmiro, Gato e Gasolina; Capote, Jurandir, Xavier, Vasconcelos e Bicudo.
Flamengo – Mansa; Priguilim e Zé Carneiro; Joel, Agripino e Zé Preto; Bitonho, Maçarico, Lídio, Valdinar e Alemãozinho.

3ª rodada
05/03/1961
BOTAFOGO 2x2 FLAMENGO

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Abdala Jorge Cury.
Renda: Cr$ 26.540,00
Gols: Enaldo 13 e Waldeck 22 do 1º tempo; Valdinar 3 e Lambau 29 do 2º.
Botafogo – Walmir; Batista e Deolindo; Jeová, Drumond e Braz; Bernardo, Waldeck, Enaldo, Giri e Carambela (Wallace).
Flamengo – Mansa; Maçarico e Zé Carneiro; Lídio, Joel e Agripino; Valdinar, Ricardo, Lambau, William (Bitonho) e Alemãozinho.

5ª rodada
18/03/1961
PIAUÍ 2x2 FLAMENGO

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
(Na preliminar o Flamengo sagrou-se campeão piauiense de aspirantes ao derrotar o Artístico por 2 a 0, gols de Pinheiro e Carlito).
Arbitragem: Dagmar de Farias Bangoim.
Renda: Cr$ 19.020,00
Gols: Lambau 11 e Écio 13 do 1º tempo; Lambau 15 e Santana 18 do 2º.
Piauí – Carlos; Piqui e Nanô; Santana, Filomeno e Manoel; Mamede, Écio, Derbert, Gonzaga e Walmir.
Flamengo – Mansa; Colega e Zé Carneiro; Lídio, Joel e Pontes; Maçarico, Mudo (Raimundinho), Lambau, Bitonho e Alemãozinho.

7ª rodada
02/04/1961
RIVER 3x0 FLAMENGO

Local: Lindolfo Monteiro (Teresina).
Arbitragem: Alberto Elias Hidd.
Renda: Cr$ 64.560,00
Gols: Fortaleza 17 do 1º tempo; Ventura 30 e Tassu (pênalti) 35 do 2º.
Expulsões: Mansa e Tassu, aos 39 do 2º, por agressão mútua.
Obs. 1 – Com a expulsão de Mansa, Priguilim foi para o gol do Flamengo.
Obs. 2 – Com este resultado o River sagrou-se tricampeão piauiense.
River – Caxambu; Astolfo e Marcos; Ventura, Murilão e Quincas; Dos Santos, Fortaleza, Diderot (Sadica), Vilmar e Tassu.
Flamengo – Mansa; Priguilim e Zé Carneiro; Pontes (Raimundinho), Joel e Agripino; Maçarico, Lídio, Lambau, Bitonho e Alemãozinho.

RESUMO DA CAMPANHA

13 jogos   
6 vitórias   
5 empates   
2 derrotas
17 pontos ganhos   
38 gols marcados   
17 gols sofridos
21 gols de saldo

ARTILHEIROS

19 gols – Valdinar.
5 gols - Maçarico e Raimundinho.
4 gols – Lambau
2 gols – Lídio.
1 gol - Carlito, Valter e Bitonho.
Obs: Galo e Manduca (Comercial) marcaram 1 gol cada, a favor do Flamengo.

JOGADORES UTILIZADOS

13 jogos – Maçarico.
12 jogos - Mansa (goleiro), Zé Carneiro, Joel, Agripino e Bitonho.
10 jogos – Valdinar.
9 jogos – Lídio.
8 jogos - Raimundinho e Alemãozinho.
7 jogos - Priguilim e Colega.
5 jogos - Zé Preto.
4 jogos – Lambau.
3 jogos - Paivinha, William e Valter.
2 jogos - Raimundo, Perereca e Pontes.
1 jogo - Antonio João (goleiro), Carlito, Bena, Ricardo e Mudo.

Há 80 anos...

Durante vários anos, e contando também com a ajuda do engenheiro e pesquisador Tarcísio Vilarinho, fiz um verdadeiro rastreamento de notícias  do futebol piauiense nos jornais anteriores à década de 1960. Infelizmente, até 1959, os inúmeros jornais da época divulgavam apenas notas esparsas sobre o futebol em Teresina e outras cidades. Coletamos o que foi possível, e uma delas, que transcrevo prá você, extrai do Diário Oficial, órgão jornalístico da imprensa oficial do Estado do Piauí que, em sua edição de sábado, 16 de abril de 1932, publicou esta informação:

Amanhã – dia 17, o campeonato da cidade terá prosseguimento com o jogo Tiradentes Atlético Clube x Bangu Esporte Clube, no campo do Militar.